Muitas pessoas vivem com dores crônicas, mas elas se tornam ainda mais comum com o passar dos anos, à medida que vivemos mais, aumenta o índice de pessoas com dores na coluna, articulações, doenças reumáticas, degenerações, entre outros problemas que podem ocasionar esse mal.
Mas afinal, o que caracteriza a dor crônica? A Prof.ª Dra. Matilde Sposito, médica fisiatra especialista em bloqueios neuroquímicos, explica. “A dor crônica é aquela que se arrasta por semanas ou meses. Normalmente, ela é consequência da negligência no tratamento logo que ela aparece”, diz.
Quem convive com as dores crônicas pode ter uma complicação a mais. “A dor crônica pode ser acompanhada por fadiga onde a pessoa se sente extremamente cansada e sem disposição. Isso pode atrapalhar muito a rotina, pois impossibilita diversas atividades tanto pela dor quanto pelo cansaço que a fadiga causa”, comenta a prof. Dra. Matilde.
A dor crônica é uma doença debilitante com consequências sérias para a condição física, psicológica e o comportamento. Por isso, a médica alerta para a importância de fazer um tratamento adequado. “O tratamento, nesses casos, costuma incluir medidas terapêuticas e medicamentosas. Além de exercícios progressivos, uma dieta equilibrada e sono de qualidade. Todos esses fatores ajudam a diminuir as dores e ter mais qualidade de vida”, fala a especialista.
A fisiatra ainda aponta a necessidade de buscar auxílio médico quando necessário. “Para evitar esse quadro devemos estar atentos aos sinais e sintomas precoces, o maior deles é dor persistente. Ao notar qualquer anomalia, é muito importante procurar ajuda especializada, apenas um profissional capacitado pode oferecer um diagnóstico preciso e um tratamento adequado”, finaliza Prof. Dra. Matilde.


