Curiosidades sobre o treino de corpo inteiro, conhecido como full body

O desejo de manter uma rotina mais ativa, mesmo com pouco tempo disponível, tem feito com que cada vez mais pessoas busquem opções de treino mais eficientes e dinâmicas. É nesse contexto que o full body, ou treino de corpo inteiro, tem ganhado destaque como uma alternativa prática e completa para quem quer fortalecer a saúde física sem precisar passar horas na academia. Segundo o Google Trends, o termo “treino full body” tem apresentado crescimento constante no Brasil desde 2020.

Diferente da musculação tradicional, que divide os treinos por grupos musculares ao longo da semana, esse tipo de treino reúne exercícios que movimentam membros superiores e inferiores, propondo trabalhar o corpo inteiro em uma única sessão e mantendo o condicionamento físico sem a divisão clássica por grupos musculares. Segundo Jessé Ramos, profissional de educação física da TotalPass, uma das principais soluções de saúde e bem-estar integrada do Brasil no âmbito corporativo, o full body é acessível, versátil e pode ser adaptado aos mais variados perfis de praticantes. Para entender melhor como funciona, o especialista esclarece dúvidas essenciais sobre a modalidade:

  1. Como funciona um treino full body
    “O treino full body é a junção de mobilidades que ativam diferentes partes do corpo ao mesmo tempo, como braços, pernas, costas e core. A base do método está nos exercícios multiarticulares, que exigem a integração de diversos músculos em uma única execução”, afirma.
  2. Principais objetivos
    A proposta é atender múltiplos objetivos, como, por exemplo, emagrecimento e fortalecimento muscular. “Com isso, é indicado tanto para quem quer emagrecer quanto para quem busca evolução no condicionamento físico ou até mesmo performance em outras modalidades”, aponta Ramos.
  3. Benefícios
    Além de otimizar o tempo, esse tipo de treino favorece o equilíbrio muscular, reduz o risco de sobrecarga em articulações específicas e aumenta o gasto calórico, além de poder contribuir para o ganho de força, a definição corporal, melhorar a potência, flexibilidade, resistência física e o bem-estar emocional, ao reduzir os sintomas de estresse e ansiedade”, esclarece o especialista.
  4. Adaptável
    full body é recomendado para diferentes faixas etárias e níveis de condicionamento. “A chave está em alinhar o plano de treino com os objetivos e limitações de cada indivíduo, respeitando o volume, a intensidade e o tempo de execução. É sempre importante contar com orientação profissional, na intenção de garantir a melhor execução e evitar lesões”, completa.

Foto: Divulgação/ TotalPass

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